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Playboy,FairPlay, Vanity Fair…O feminino resgatado?

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A Mata Atlântica é aqui. E daí?

“Vá e doma a terra”, teria dito Deus aos homens nas antigas escrituras. As palavras não eram exatamente estas mas, de qualquer modo, exortavam a Humanidade a subjugar e a fazer uso da natureza como bem aprouvesse. O mundo ocidental com um viés de pecado a ser sublimado. Mais tarde seria o pensamento econômico tradicional a colocar a natureza a serviço do desenvolvimento. Enganaram-se, conferindo ao mundo natural o exclusivo papel de fornecedor de matéria prima a serviço dos humanos. Esquecendo de que somos exatamente como a natureza: somos água, somos carbono, somos terra, somos animais: enfim, qual é a diferença? No Brasil, o festim começou em 1500. Curioso, ao mesmo tempo em que deram ao país o nome de uma árvore se encarregaram, rapidamente, de colocá-la em extinção nas nossa matas. É possível um povo escolher uma árvore como símbolo e depois derrubá-la sem nenhuma clemência? É possível ser, ao mesmo tempo, árvore e machado? Mas foi exatamente isso que aconteceu. Da II Guerra Mundial, para os dias de hoje estão os 60 anos em que a humanidade levou às ultimas conseqüências seu sentimento de separação em relação à natureza. Nunca antes na história, houve uma mudança tão radical no planeta e na vida. A esperança: nos últimos 30 anos alguns protagonistas da sociedade global resolveram discordar dessa atitude tão radical e puseram-se a trabalhar na contramão, enfrentado tratores, motosserras, construindo uma nova história.O Movimento Ambientalista é essa contramão. Mário Mantovani Geógrafo, ambientalista e atualmente diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, fará uma palestra fazendo um breve resumo dessas décadas, para que se possa entender por que, em um certo ponto de nossa história, gritamos: SOS MATA ATLÂNTICA. ¦lt;br /> Luciano Candisani fotógrafo especializado em natureza e indicado a cinco prêmios Abril de jornalismo apresentará um slide show sobre o tema. Dia 19/02 Inscrições gratuitas 5579.2301

 

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A arte da Gastronomia com a receita do sucesso – Oliver Anquier

OLIVER ANQUIER COMANDA PALETRA SOBRE RECEITA DE SUCESSO NO MONTENEGRO CULTURAL O padeiro mais famoso e “charmoso” do Brasil é o convidado especial do Montenegro Cultural em janeiro. Olivier Anquier, chef gastronômico, comandará palestra intitulada “A arte da gastronomia com a receita do sucesso”. Em uma hora de bate-papo descontraído com Oliver, a platéia poderá conhecer um pouco da trajetória de sua vida, desde a partida da França e chegada ao Brasil. ¦lt;br /> Nessa palestra ele vai relatar como passou pelos almoços rituais que seu pai preparava aos domingos,com ele ao seu lado   auxiliando na cozinha, vai contar como estagiou como observador de grandes Chefes na juventude, seu aprendizado autoditata na experimentação de vários pratos e depois como Chef de seus próprios restaurantes, até se tornar apresentador de programas culinários e nessa condição percorrer todo o país para conhecer e registrar a culinária de cada região brasileira. Em toda sua trajetória pelas sutilezas gastronômicas, uma coisa ficou patente e faz parte do espírito com que Olivier enxerga a culinária de qualquer origem: o condimento principal que a torna melhor é o prazer contido no intenção de quem cozinha. O resto é pura experiência e técnica. Data: 22/01/2008 Horário: 21:00h Inscrições gratuitas: (11)5579.2301.

 

 

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Sergio Viotti trouxe Shakespeare ao Montenegro Cultural

Hoje em dia é fácil reconstruir a vida de qualquer figura pública. Mas como teria sido a vida de alguém que viveu numa cidadezinha do interior da Inglaterra na segunda metade do século XVI?

Muito se sabe sobre a infância e adolescência de Shakespeare, mas há um período sobre o qual nada se sabe da sua vida, os chamados “anos perdidos ” e foi neste clima de mistérios e suposições, que Sergio Viotti fez a seleta platéia do Montenegro Cultural viajar na noite de do dia 27/11, entrando por um universo de suposições. Quais teriam sido todas as suas mais variadas profissões antes de ir a Londres se engajar ao teatro.?

Considera-se que a primeira a primeira biografia “oficial” foi escrita por Nicholas Rowe, que nasceu 110 anos depois de Shakespeare e nunca foi a Stratford. Deve-se avaliar que não foi, a bem dizer, uma biografia autorizada. Tudo foi se desdobrando de tradição oral em tradição oral. Muita coisa foi sendo inventada e pode-se dizer que se criou um “mito” a seu respeito. Mas nada de proibitivo e secreto se encontrou no se passado. Não houve ao que se saiba, “pecadillos”. Casou-se com dezoito anos e aos vinte e três deixa a mulher e os filhos e vai tentar a sorte em Londres, justamente quando a Invencível Armada de Felipe II da Espanha planejava invadir a Inglaterra.

Shakespeare foi um homem que dedicou toda a sua vida ao seu trabalho no teatro, ele foi o maior dramaturgo de todos os tempos.

Sergio Viotti presenteou os participantes da palestra com a apresentação de trechos conhecidos de peças de Shakespeare, como a famosa fala de John of Gaunt sobre a Inglaterra (de Ricardo II), o monólogo de Portia sobre a clemência (de O Mercador de Veneza) e finalmente os conselhos de Hamelet aos atores o famoso “Ser ou não ser”

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Orlando Duarte debate saúde e esporte na Clínica de Cirurgia Plástica Montenegro

Uma das maiores autoridades brasileiras quando o assunto é “bola no pé”, Orlando Duarte, falou para uma seleta platéia de convidados no Montenegro Cultural, no dia 06 de novembro, o comentarista defendeu a prática de atividades físicas para manter uma vida saudável e admitiu que o treinamento para grandes competições pode ser prejudicial à saúde.

“O esporte competitivo, ao contrário do que se imagina, pode levar o atleta à morte” declarou o jornalista.

Segundo ele, a Ginástica Olímpica, uma das modalidades esportivas mais aplaudidas nas Olimpíadas, é uma das mais perigosas para quem a pratica. “Geralmente são atletas muito jovens, que treinam além do limite da exaustão”.

E para os apaixonados por futebol que certamente se lembravam das oitavas de final da Copa do Mundo de 1990, na Itália, quando se especulou que a Argentina queria vencer a qualquer custo, o que teria levados nossos “eternos rivais” a dar água batizada ao time brasileiro, Orlando revelou com ar bem humorado.”Não foi apenas o episódio das águas, mas certa feita houve mesmo o com mexericas”.

Ao lado da apresentadora de televisão Daniela Freitas, que fez a abertura da palestra, Orlando Duarte, mais uma vez mostrou o porque ainda é um dos mais requisitdos comentaristas esportivos do país.

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