Sergio Viotti trouxe Shakespeare ao Montenegro Cultural
Hoje em dia é fácil reconstruir a vida de qualquer figura pública. Mas como teria sido a vida de alguém que viveu numa cidadezinha do interior da Inglaterra na segunda metade do século XVI?
Muito se sabe sobre a infância e adolescência de Shakespeare, mas há um período sobre o qual nada se sabe da sua vida, os chamados “anos perdidos ” e foi neste clima de mistérios e suposições, que Sergio Viotti fez a seleta platéia do Montenegro Cultural viajar na noite de do dia 27/11, entrando por um universo de suposições. Quais teriam sido todas as suas mais variadas profissões antes de ir a Londres se engajar ao teatro.?
Considera-se que a primeira a primeira biografia “oficial” foi escrita por Nicholas Rowe, que nasceu 110 anos depois de Shakespeare e nunca foi a Stratford. Deve-se avaliar que não foi, a bem dizer, uma biografia autorizada. Tudo foi se desdobrando de tradição oral em tradição oral. Muita coisa foi sendo inventada e pode-se dizer que se criou um “mito” a seu respeito. Mas nada de proibitivo e secreto se encontrou no se passado. Não houve ao que se saiba, “pecadillos”. Casou-se com dezoito anos e aos vinte e três deixa a mulher e os filhos e vai tentar a sorte em Londres, justamente quando a Invencível Armada de Felipe II da Espanha planejava invadir a Inglaterra.
Shakespeare foi um homem que dedicou toda a sua vida ao seu trabalho no teatro, ele foi o maior dramaturgo de todos os tempos.
Sergio Viotti presenteou os participantes da palestra com a apresentação de trechos conhecidos de peças de Shakespeare, como a famosa fala de John of Gaunt sobre a Inglaterra (de Ricardo II), o monólogo de Portia sobre a clemência (de O Mercador de Veneza) e finalmente os conselhos de Hamelet aos atores o famoso “Ser ou não ser”
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