Por Claudia Ideguchi
O Montenegro Cultural recebeu terça-feira, 12 de abril, inúmeros convidados para prestigiar o lançamento do livro “A Bela Adormecida Acordou”, de Bruna Gasgon.
Com a chamada “Mulheres, acordem!” o livro propõe uma chacoalhada em alguns pensamentos e algumas atitudes das mulheres modernas, ainda presas a preconceitos residuais da sociedade e delas mesmas. Sugere-se que todas as “Belas Adormecidas” a espera de um príncipe acordem e percebam que são livres e sempre existe tempo para mudar de vida, profissão, atitudes…
A autora Bruna Gasgon, também consultora em comunicação, publicitária, coach executiva e atriz, conduziu com muito humor e descontração sua palestra, que envolveu temas como: tripla jornada, machismo e feminismo, tirania da imagem, entre muitos outros.
Apesar da chuva que castigou São Paulo durante toda a noite, o público esteve presente em grande número e todos puderam gozar uma noite muito agradável e divertida. Alguns visitantes definiram o mais novo livro de Bruna como o manual da mulher moderna.
Você confere abaixo fotos do evento:
Por Marina Sartori
O Montenegro Cultural resolveu dar uma chance aos homens e mulheres para se entenderem e darem uma trégua. Isso mesmo! Para acabar de vez com essa guerra convidamos José Rodrigues Passarinho, ou somente Passarinho, para ser nosso palestrante do mês. Consultor de Marketing e estudioso sobre o assunto há muitos anos, Passarinho desenvolveu a palestra "Guerra dos Sexos Nunca Mais" com a finalidade de explicar muitas desavenças entre o sexo masculino e feminino após a ascenção das mulheres na sociedade. "Por (felizes) mudanças no mundo, a participação feminina na sociedade passou de secundária para igualitária e, em muitas situações, prioritária. A crescente participação feminina é vista como um importante vetor de influência para o futuro, por diversos gurus do marketing e da administração, como Philip Kotler e Faith Popcorn. Mas o que muda com a chegada da mulher ao poder e aos níveis decisórios familiares, sociais e de compra? As soluções do mundo masculino não servem para elas. As necessidades do feminino não são compreendidas pelos homens. Muito se fala de que é preciso entender as mulheres. Sim, elas são, por assim dizer, “novidade”. Mas as mulheres também precisam entender este mundo ainda muito masculino, onde elas chegaram para ficar (e para mudar). Na essência, o que serve para eles não serve para elas, e vice e versa. Os dois sexos sentem, pensam e, principalmente, se comunicam de forma diversa. Não existe certo nem errado. Existem diferenças. Quais são as diferenças fundamentais entre os sexos, quais são suas influências no universo social e profissional e como passar da dissidência à complementaridade e à colaboração?" São essas e outras perguntas que Passarinho nos respondeu com muito carisma e simpatia. Confira as fotos do evento:
Mágica, conhecimento e descontração. Três palavras que resumem o último evento do Montenegro Cultural. O palestrante escolhido para o mês de maio foi Clovis Tavares, com o tema originado de seu livro: “O Show É Você”. Formado em Propaganda e Publicidade pela Universidade Anhembi Morumbi e com especialização em “Advanced Marketing” pela State University of New York, Clovis é o único escritor e palestrante a ganhar quatro vezes o “Top de Marketing”. O Montenegro Cultural teve o privilégio em ser anfitrião, em primeira mão, da palestra “O Show É Você”, baseada no livro igualmente intitulado e lançado na véspera pela Livraria Cultura. A apresentação tem o estilo “Palestra Show”, criado por seu autor em 1988. A performance mescla conceitos, informações, mágicas e efeitos especiais. Forma inovadora de transmitir o conhecimento, transformando uma palestra em show. Amante da arte mágica há mais de 35 anos, Clovis impressionou os convidados com números cômicos e fantásticos. A alegria tomou conta da platéia, que participou com entusiasmo de cada parte da apresentação. Foram escolhidos três espectadores por Clovis para interagir no palco, que se sentiram à vontade devido à receptividade do escritor, que fez jus à experiência de 20 anos em palestras na América Latina, Estados Unidos e Europa. Confira as fotos do evento:
Por Marina Sartori
No clima da novela da Rede Globo Caminho das Índias, o Montenegro Cultural inicia o ano de 2009 com o pé direito. Ministrada em dupla pelo repórter Arthur Veríssimo e pelo Comendador DeRose, a palestra foi um sucesso. DeRose, que comemora 50 anos na profissão de educador e 24 anos de viagens à Índia, entre inúmeros títulos reconhecidos internacionalmente, é Comendador e Notório Saber por várias entidades culturais e humanitárias. Suas viagens ao país de origem da Yôga, DeRose freqüentou inúmeras escolas, mosteiros e outras entidades culturais, nas quais buscou aprimorar seu conhecimento da Filosofia Hindu. A grandiosa carreira de DeRose pode se resume nos seguintes feitos: em 1960, começou a lecionar numa respeitada sociedade filosófica; em 1964, fundou o Instituto Brasileiro de Yôga; em 1969, publicou o primeiro livro (Prontuário de Yôga Antigo), que foi elogiado pelo próprio Ravi Shankar, pela Mestra Chiang Sing e por outras autoridades; em 1975, já consagrado como um professor sincero, encontrou o apoio para fundar a União Nacional de Yôga – Uni-Yôga, a primeira entidade a congregar instrutores e escolas de todas as modalidades de Yôga, sem discriminação. Arthur Veríssimo é repórter da revista Trip há mais de 20 anos. Para ele, o negócio é botar a boca no mundo. Literalmente. Foi seguidor do guru indiano Osho, foi à Índia 15 vezes, passou perigos na Malásia, foi o DJ Doktor Ezoterik, tomou um porre com o falecido pianista do Buena Vista Social Club e acha que a Rita Lee quer ser Ozzy Osbourne. Além disso, acorda cedo para fazer ioga, dorme pouco, dissecou a vida de Jack Kerouac, leva pacotes de granola quando vai viajar e queria ser Indiana Jones. Na verdade, ele está quase lá. Descontraídos e carismáticos, os palestrantes deram uma aula sobre o país, que tem uma cultura milenar extraordinária. No telão, como plano de fundo, passava a grande-reportagem Índia Exótica de Arthur Veríssimo, disponível em DVD. A palestra também contou com a presença de dois indianos, pai e filho, que puderam esclarecer as dúvidas dos convidados e desmistificar um pouco a Índia que a Rede Globo criou. Muito conhecimento aliado à diversão! Caminho das Índias foi só a primeira de 2009! Confira as fotografias e aguarde o próximo evento no dia 7 de maio.
O ano de 2009 começa com novidades no Montenegro Cultural!
Teremos um evento por mês somente, mas com mais qualidade, palestras mais interessantes e convidados especiais!
No fim do ano passado ouvimos nossos parceiros, amigos e convidados para sabermos suas preferências de temas, dias e horários. Quinta-feira foi o dia eleito e o coquetel sempre iniciará às 20h. Quanto aos temas: SURPRESA! Aguarde o que vem por aí!
Bem-vindos ao Montenegro Cultural 2009! Muito conhecimento, cultura e entretenimento…
Um grande abraço,
Equipe Montenegro Cultural.
Por Marina Sartori
No último dia 18, o Montenegro Cultural recebeu Henrique Cachão, que ministrou uma breve palestra sobre os Vinhos do Velho Mundo e, em seguida, monitorou a degustação de vinhos, que fechou o evento. Apaixonado pela vinicultura, Henrique Cachão é sócio da importadora Lusitana de Vinhos e Azeites, presente no mercado brasileiro desde 2003. Português da região de Viseu e formado em economia pela Universidade de Lisboa, ele se uniu ao seu amigo e enólogo, Martim d’Avillez, e juntos formaram a Cachamoa de Vinhos, empresa produtora e engarrafadora de vinhos do sul de Portugal. Recentemente lançaram seu primeiro rótulo, o vinho EMME – GRANDE ESCOLHA, tinto 2003, edição Cabernet Sauvignon, com uma exclusiva produção de 5797 garrafas. “O vinho é vaidoso, porque sempre quer que se fale dele”, diz o palestrante, que por ter vindo de uma família de vinicultores, transparece sua paixão pela magia dos vinhos. A primeira parte da palestra contou com breve história do vinho e algumas curiosidades sobre as técnicas de cultura de cerca de dois mil anos antes de Cristo. Cachão enfatiza a idéia de que cada canto do mundo possui uma cultura, clima e natureza completamente diferente, e que, por esse motivo, os vinhos de cada região têm suas particularidades. “Por que o vinho tem essa enorme legião de apaixonados? Porque existe uma infinidade de tipos de uvas e de cultivos, o que torna cada vinho muito diferente do outro. Ele tem personalidade”, garante. A cultura popular não entra na história como mera coadjuvante, já que, para ele “o vinho não é o produto do ter e fazer, é o produto do ser”. A palestra toma novo rumo, quando se começa a falar do frustrante cenário chamado Novo Mundo dos Vinhos. Com o advento de tecnologias, conseguiu-se criar clones de uvas que se adaptam ao clima e às condições atmosféricas do local. Assim, grandes vinícolas adotam a utilização dessas uvas mais resistentes e que criam vinhos homogêneos, para atender à demanda de mercado, visando cada vez mais o lucro. “Hoje, no ano de 2008, em qualquer parte do mundo, o vinho é mais perfeitamente produzido do que antigamente, mas não tem a qualidade do antigo quanto à particularidade”. Para finalizar a palestra, Henrique Cachão dá dicas de armazenamento do vinho e desmistifica certas lendas acerca do assunto. Primeiramente, esclarece: “O vinho não é uma ciência exata. Em tudo o que se disser sobre ele haverá alguma exceção”. E, logo após, garante que é “bobagem” se preocupar com o que dizem ser certo ou não quanto à guarda do vinho, já que o mais importante é o gosto de cada um e o prazer que se tem ao bebê-lo. Para saber se guardar ou não determinado vinho, por tanto tempo, Henrique dá uma dica: comprar mais de uma garrafa do mesmo vinho e abri-las de tempos em tempos. “Como em tudo, há a história, a verdade e os exageros”, filosofa Cachão. Existem diversos mitos que acercam a guarda do vinho. Há mil e uma técnicas quase impossíveis de serem seguidas por completo. E que, na maioria das vezes, não influenciam o aroma. Antigamente, quando os vinhos eram guardados em tonéis de madeira e não eram engarrafados, o controle da umidade influenciava seu sabor. A importância da umidade, atualmente, é nula. Por estar engarrafado hermeticamente, ela não tem como atuar no vinho. A luz é importante visto a cor das garrafas. Por isso os vinhos tintos são armazenados em garrafas escuras, ao contrário do branco, que deve ser consumido logo após a compra. Além disso, o único tipo de luz que influencia o aroma do vinho é a do sol. A posição da garrafa (deitada ou em pé) não influencia tanto o vinho a ponto de que nossa percepção seja suficiente para diferenciar seu sabor. A única diferença entre a guarda na diagonal para a de pé é que a rolha fica mais molhada na primeira situação, facilitando a abertura da garrafa. A temperatura sim é importante. Mas somente a longo prazo, por causa da velocidade das reações químicas. Essa velocidade é duplicada a cada 10ºC aumentados. Terminada a palestra, o momento de prazer: A degustação. Para abrir o paladar o vinho branco Lisa. Em seguida um tinto leve chamado Barão do Sul, que só deu um gostinho do que viria a seguir, o encorpado e sofisticado Calços do Tanha Reserva 2005, também tinto. Mravilhoso! Por fim um típico vinho do Porto, finalizando a degustação com chave de ouro. Curiosidade: No encarte entregue aos participantes da palestra da Lusitana de Vinhos e Azeites, um pequeno texto interessante: “Se o pão é o símbolo do que o homem precisa, por seu lado o vinho é o símbolo da superabundância da qual também temos necessidade. Ele é sinal da alegria, da transfiguração da criação. Tira-nos da tristeza e do cansaço do dia-a-dia e faz do estar juntos uma festa. Alegra os sentidos e a alma, solta a língua e abre o coração; e transpõe as barreiras que limitam a nossa existência” – Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI. Serviço: Lusitana de Vinhos Ltda. Av. Indianópolis, 762. São Paulo – SP. Fone (11) 4508-8880. CEP: 04062-001. Fax: (11) 4508-8885. www.lusitanadevinhos.com.br
Por Marina Sartori
Bom humor e descontração marcaram o último evento do Montenegro Cultural. Cerca de 130 pessoas compareceram. O espaço nunca esteve tão cheio! Apesar do clima de divertimento, o tema tratado na palestra é sério. Intitulada “Como conviver bem com pessoas que você não suporta”, ensina estratégias de como se relacionar com as pessoas, e, principalmente, que o mais importante é se conhecer.
A palestrante carioca é atriz e diretora de teatro, atributos facilmente reconhecidos quando entra no anfiteatro escuro com uma lanterna na mão. Formada em publicidade e artes cênicas, é presidente da empresa de consultoria Gasgon Comunicações Ltda. e consultora em comunicação e recursos humanos. Exerce sua profissão há 35 anos, ministrando palestras, cursos e treinamentos sobre motivação, comunicação e liderança, em empresas de todo o Brasil. Autora do livro “O Vendedor Imbatível”, lançado em 2005 pela Editora Prestígio, possui uma coluna quinzenal no Jornal de Jundiaí. Escreve freqüentemente para revistas setorizadas e jornais diversos. Paralelamente, ela exerce a carreira de atriz e diretora de teatro, vídeos e programas independentes de TV, dos quais também é redatora e roteirista.
Após passar um ano estudando psicologia, comunicação e psicanálise, Bruna finalmente se sentiu preparada para falar sobre as relações humanas em suas palestras. Montou esta última no ano de 2000, atualizando-a sempre que acha necessário. “Minha vida se divide em antes dessa palestra e depois dessa palestra”, confessa.
As duas horas de curso foram preenchidas com esquetes que apresentaram os principais tipos de pessoas insuportáveis e como “neutralizá-las”. A palestrante e um colega de teatro, o ator Wagner Maciel, encenaram pequenos momentos do cotidiano nos quais demonstraram como se deve ou não agir com "o insuportável".
“Os tipos mais insuportáveis são aqueles devastadores”, explica Bruna. Entre eles está o Brucutu. Ele é estúpido, gritalhão e geralmente ocupa cargos de comando. Lidar com ele consiste em 3 passos: calar-se, não se mexer até que ele termine de gritar e, por fim, demonstrar seu ponto de vista com firmeza, sem medo.
A palestrante garante que há formas de se comunicar com todo tipo de pessoa. Basta que sigamos certos conceitos. A flexibilidade, o bom humor, a paixão e a motivação são os melhores amigos das relações humanas. “Criar um vínculo emocional com tudo que se faz é muito importante”, enfatiza Bruna.
A dica de Gasgon é simples, porém muito inteligente: “Não posso permitir que o outro me diga como devo me comportar”, diz. Por isso, suas estratégias se resumem em mudar a ótica sobre o outro. Tentar entender os motivos pelos quais a pessoa fala e age de tal maneira, “harmonizar e redirecionar” a conversa.
A lição que fica é o autoconhecimento e a tranqüilidade para que as relações interpessoais sejam mais agradáveis. Afinal, quem nunca será um "insuportável" para alguém?
“Vá e doma a terra”, teria dito Deus aos homens nas antigas escrituras. As palavras não eram exatamente estas mas, de qualquer modo, exortavam a Humanidade a subjugar e a fazer uso da natureza como bem aprouvesse. O mundo ocidental com um viés de pecado a ser sublimado. Mais tarde seria o pensamento econômico tradicional a colocar a natureza a serviço do desenvolvimento. Enganaram-se, conferindo ao mundo natural o exclusivo papel de fornecedor de matéria prima a serviço dos humanos. Esquecendo de que somos exatamente como a natureza: somos água, somos carbono, somos terra, somos animais: enfim, qual é a diferença? No Brasil, o festim começou em 1500. Curioso, ao mesmo tempo em que deram ao país o nome de uma árvore se encarregaram, rapidamente, de colocá-la em extinção nas nossa matas. É possível um povo escolher uma árvore como símbolo e depois derrubá-la sem nenhuma clemência? É possível ser, ao mesmo tempo, árvore e machado? Mas foi exatamente isso que aconteceu. Da II Guerra Mundial, para os dias de hoje estão os 60 anos em que a humanidade levou às ultimas conseqüências seu sentimento de separação em relação à natureza. Nunca antes na história, houve uma mudança tão radical no planeta e na vida. A esperança: nos últimos 30 anos alguns protagonistas da sociedade global resolveram discordar dessa atitude tão radical e puseram-se a trabalhar na contramão, enfrentado tratores, motosserras, construindo uma nova história.O Movimento Ambientalista é essa contramão. Mário Mantovani Geógrafo, ambientalista e atualmente diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, fará uma palestra fazendo um breve resumo dessas décadas, para que se possa entender por que, em um certo ponto de nossa história, gritamos: SOS MATA ATLÂNTICA. ¦lt;br /> Luciano Candisani fotógrafo especializado em natureza e indicado a cinco prêmios Abril de jornalismo apresentará um slide show sobre o tema. Dia 19/02 Inscrições gratuitas 5579.2301
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